terça-feira, 8 de maio de 2012

Uma neura dura, quanto muito, um dia.
Estende o esqueleto na cama, tira uma boa noite de sono e no dia a seguir as verdades insofismáveis passam a dúvidas infundadas. Simples.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Nada

Apetece-me afundar os pés na areia, até à cabeça, e deixar os braços por baixo... no escuro.
É estranho às vezes não se ser nada, não saber sentir o existir, nem sequer se desejar estar. Nada às vezes apenas significa isso mesmo: nada.